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Informações importantes relacionadas ao setor


PAVAN E LIBRELATO LANÇAM CARRETA FRIGORIFICA EM PARCERIA

No dia 01/08/2017 ocorreu o lançamento do semi-reboque frigorifico em parceria entre as empresas PAVAN e LIBRELATO. A carreta frigorifica será fabricada na estrutura da PAVAN INDUSTRIA, que modernizou a fabrica com linha de produção especifica para este modelo.

O principal diferencial desse produto é o revestimento térmico, que passa por um processo de injetamento de poliuretano de maneira separada em cada painel, proporcionando maior eficiencia térmica, além de uma melhor vedação.

O projeto foi desenvolvido pela engenharia das duas empresas, através de um estudo minuncioso das operaçoes refrigeradas já existentes, para assim, poder oferecer ao Cliente um produto de alto padrão de qualidade, resistencia, durabilidade e eficiencia termica.


AUMENTO DE IMPOSTOS SOBRE COMBUSTIVEIS

O Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina, o diesel e o etanol subirá para compensar as dificuldades fiscais, segundo nota conjunta, divulgada dos ministérios da Fazenda e do Planejamento.

A alíquota subirá de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 para o litro da gasolina e de R$ 0,2480 para R$ 0,4615 para o diesel nas refinarias. Para o litro do etanol, a alíquota passará de R$ 0,12 para R$ 0,1309 para o produtor. Para o distribuidor, a alíquota, atualmente zerada, aumentará para R$ 0,1964.

 


TRANSPORTE DE HORTIFRÚTI

O processo de transporte de produtos da cadeia de hortifrúti movimenta bilhões durante o ano e é gerador de inúmeras percas. Percas estas que atingem 50% do que é produzido. Desta maneira é interessante a criação de processos refrigerados que minimizem esta perda.

O Brasil é um país de dimensões continentais, neste é possível identificar os mais variados climas, bem como a capacidade produtiva e adequação do solo para os mais variados tipos de cultura. Cada região apresenta uma potencialidade para produzir certos tipos de produtos alimentícios sendo estes cereais, legumes, verduras e frutas. Desta forma é necessário uma distribuição a outras regiões para suprir todas as necessidades e demanda alimentícias dos indivíduos que nela se encontram. Para isso, um funcionamento de um sistema logístico adequado pode fazer com que estas frutas cruzem estas regiões de uma forma rápida e eficiente para que o produto chegue em perfeitas condições no local adequado. 

Contudo a implantação dessas técnicas resultou em uma melhoria dos processos, que minimizaram as percas, no entanto é necessário entender que estas não conseguiram atingir um patamar mínimo de deterioração do produto no decorrer da cadeia produtiva.

De acordo com a Embrapa, o Brasil desperdiça anualmente um total de R$ 4 bilhões, no que diz respeito à produção e distribuição de frutas, legumes e verduras. A principal causa desta perca está relacionada a embalagens irregulares, excesso de manuseio e um transportecompletamente inadequado.

A Embrapa destaca ainda que de cada 100 quilos de frutas que são produzidas no país, cerca de 50 kg são desperdiçadas. Ocorrendo uma perca diária aproximada de 15 toneladas de alimentos, que acabam sendo encaminhadas para o lixo em grandes centros de consumo e distribuição das quais só uma é desperdiçada quando chega ao consumidor final.

Desta forma é interessante destacar que o problema evidente neste sistema logístico está no manuseio e transporte dos produtos, uma mudança radical tanto no que se diz respeito a embalagem e refrigeração do transporte destas é fundamental para a redução destas percas.


Benefícios da alimentação saudável

Boa alimentação é sinônimo de saúde, bom desenvolvimento físico e mental e capacidade adequada de aprender e agir. Pesquisas apontam que a melhor qualidade de vida está relacionada a uma alimentação adequada. A falta de tempo para se alimentar e o desconhecimento das necessidades nutricionais diárias têm sido as grandes vilãs na qualidade da alimentação no dia a dia. Benefícios Uma boa alimentação é sinônimo de mais saúde e qualidade de vida. Comer bem: Aumenta a imunidade e reduz infecções; Previne várias doenças, entre elas o câncer; Aumenta a energia e reduz o cansaço; Melhora o humor, combate a depressão e os efeitos do estresse; Retarda o envelhecimento e melhora a circulação.


VEJA O QUE MUDA EM 2017: Salário Mínimo, CNH e Conta do Telefone

Com a virada do ano, novos valores do salário mínimo e novas regras para a conta do celular entram em vigor. Além da economia, 2017 traz novidades como um novo modelo de Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Salário mínimo o salário mínimo foi reajustado de R$ 880 para R$ 937. O valor vale a partir do dia 1º em 21 unidades da federação, que seguem o decreto nacional. Os demais estados têm uma tabela própria. Conta do telefone As contas de telefone fixo e celular vão ficar mais caras a partir de janeiro. O motivo é que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) permitirá que governos estaduais cobrem ICMS sobre o valor das assinaturas. Antes, esse imposto só incidia no valor das ligações e outros serviços, mas não era cobrado da assinatura em si. As operadoras de telefonia já estão comunicando os clientes de que suas mensalidades serão reajustadas. Limite maior no cartão BNDES O cartão BNDES, uma das principais linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para pequenas e médias empresas, terá seu limite ampliado de R$ 1 milhão para R$ 2 milhões em janeiro. Ao longo do ano, outras medidas de apoio às pequenas empresas já anunciadas entrarão em vigor. Nova CNH A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) emitida a partir de 2 janeiro terá novas cores e itens de segurança. A nova CNH também terá dois números de identificação nacional – Registro Nacional e Número do Espelho da CNH – e um número de identificação estadual, que é o número do formulário Renach (Registro Nacional de Condutores Habilitados). O documento ganhará um código numérico de validação composto pelos dados individuais de cada CNH. Esse código vai permitir aos agentes de trânsito validar a habilitação por meio de um aplicativo que deve ser disponibilizado pelo Denatran. Nada muda para quem tem a CNH atual.


SC exporta 21% a menos em Janeiro

O comércio exterior de Santa Catarina começou 2016 com desaceleração nas atividades. Em janeiro, as exportações recuaram 20,7%, na comparação com o primeiro mês do ano passado, enquanto as importações caíram 45,8%, na mesma base. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (12) pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Entre os dez principais produtos da pauta catarinense de exportações, as maiores quedas foram registradas pelos motores e geradores elétricos (-35,6%), preparados e conservas de carne e miudezas (-28,1%) e blocos de cilindro e cabeçotes para motores a diesel (-26,8%). No sentido contrário, os embarques de soja dispararam 459,8% e os de motocompressores herméticos subiram 22,52%. O total de compras feitas pela China subiu 136,3%. Também compraram mais a Argentina (21,4%) e a Alemanha (6,3%). Já os maiores recuos foram registrados nas encomendas de Holanda (-34,8%), Paraguai (-33%) e Rússia (-26,5%). Com embarques de US$ 411 milhões e desembarques de US$ 759 milhões, o saldo da balança comercial catarinense em janeiro ficou negativo em US$ 348 milhões, contra – US$ 884 milhões em janeiro de 2014.


Conta de luz terá novo tipo de bandeira e ficará mais barata

Na sexta-feira, Aneel decidirá sobre qual bandeira vigorará no próximo mês A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira, as faixas de acionamento das bandeiras tarifárias de 2016, com a criação de um novo — e mais barato — patamar para a bandeira vermelha, que vem sendo paga pelos consumidores brasileiros desde janeiro do ano passado. Os novos valores, mais baixos em relação aos atuais, passam a vigorar em fevereiro. O diretor da Aneel relator do processo, André Pepitone, manteve a proposta da área técnica com a criação de dois patamares de cobrança adicional no caso da bandeira vermelha, mas propôs um desconto ainda maior que o previsto anteriormente. O patamar 1 — antes estimado pelo corpo técnico do órgão em R$ 4,00 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos — será de R$ 3,00 para cada 100 kWh consumidos. O valor final representa um desconto de 33% sobre o preço praticado atualmente, de R$ 4,50 para cada 100 kWh.


Investimento em energia elétrica ajuda a enfrentar a crise

A crise se combate com iniciativas e ações e não com encolhimento dos investimentos, afirmou o presidente da FIESC, Glauco José Corte, no lançamento do programa SC+Energia, do governo de Santa Catarina. “Com esse programa, vários projetos de energia alternativas e de fontes renováveis serão imediatamente implantados. Isso significa novos investimentos, mais empregos e produção tanto do setor de bens de capital quanto de produção de energia”, afirmou. Na cerimônia de lançamento, realizada no dia 24 de junho, em Florianópolis, Côrte moderou debate, com a presença de secretários de Estado e especialistas em energia. O SC+Energia é um programa que busca fortalecer principalmente as energias consideradas limpas e renováveis, como Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), eólica, solar e biomassa. Estima-se que os projetos previstos podem representar investimento de cerca de R$ 5 bilhões.


Cuidar da segurança e da saúde dos trabalhadores é investimento

"A saúde e a segurança do trabalhador não podem ser colocadas em risco. O comportamento da indústria está sendo avaliado constantemente. Não é mais possível produzir a qualquer custo, desconsiderando esse cenário". Foi o que afirmou o especialista em medicina do trabalho e coordenador de Segurança e Saúde no Trabalho do Departamento Nacional do SESI, Gustavo Nicolai, durante o evento "Café com a Indústria", realizado pelo SESI/SC, em Blumenau, em 25 de junho. "A indústria tem condição de acolher o trabalhador sem que ele precise se afastar e utilizar a Previdência Social. Trabalho é fonte de saúde". enfatizou. Para o especialista, o tema ganhou, no Brasil, o destaque que sempre deveria ter tido. "O custo de não se promover ações em segurança e saúde no trabalho é muito maior se comparado com os investimentos na área", afirmou. Para ilustrar os acréscimos tributários que uma empresa gasta com acidentes e afastamentos, Nicolai apresentou exemplo de uma empresa com quatro mil trabalhadores que chega a pagar, em um ano, cerca de R$ 4 milhões de reais em tributos adicionais. "Compreender o custo tributário dessa situação traz ao empresário o conhecimento necessários para adotar mudanças de decisões e inversão de valores", argumentou. Segundo o presidente do Sintex, Ulrich Kuhn, o encontro foi uma oportunidade para refletir sobre o assunto. "Os problemas decorrentes desse processo fazem parte da nossa rotina, foram incorporados no nosso dia a dia", afirmou Kuhn na abertura do encontro. O superintendente do SESI/SC, Fabrizio Pereira, destacou números alarmantes sobre o afastamento no País. "São perdidos no Brasil 35 milhões de dias de trabalho por ano em decorrência de problemas de saúde. A previsão é de que 120 mil trabalhadores se afastem de seus postos em 2015. Destes, apenas cerca de 15 mil devem se reabilitar para exercer suas funções", afirmou Pereira, acrescentando que a indústria enfrenta uma nova fronteira da competitividade, que é a gestão da saúde e seus custos. "Essa questão é determinante para a competitividade das empresas", destacou.


Apesar da crise, indústria de SC projeta investimentos de 4,4 bilhões

A indústria catarinense planeja investir R$ 4,4 bilhões entre os anos de 2015 e 2017. Os setores que projetam maiores investimentos são os de agroalimentar (R$ 724 milhões), papel e celulose (R$ 217 milhões) e confecções (R$ 146 milhões). Se considerados também os anúncios de investimentos feitos diretamente pelas indústrias na imprensa, o total previsto para o triênio chega a R$ 6,9 bilhões. Os dados integram a publicação Desempenho e Perspectivas da Indústria Catarinense 2015 lançada no dia 19 de junho pela FIESC, com o apoio do BRDE. O estudo mostra também que, no ano passado, o setor produtivo catarinense fez R$ 2,3 bilhões em investimentos. O valor ficou dentro do previsto para 47% das indústrias, enquanto 32% delas não realizaram a totalidade dos investimentos planejados para o ano. Outros 13% investiram em 2014 mais do que o previsto inicialmente. Para o ano atual, o valor previsto é de R$ 2,1 bilhões, o que representa um recuo de 12,8% sobre 2014. O percentual de empresários que se dizem otimistas também ficou menor, passando de 66% paea 29%. Entre os fatores apontados estão o endividamento das famílias, a corrupção na esfera públicae as cobranças desmedidas da aplicação das normas reguladoras. Apesar da redução no orçamento total, o valor previsto para inovação é 76% maior que o registrado no ano passado. "Esse é um dado de extrema relevância e confirma tendência observada nos últimos anos, quando a indústria passou a dar cada vez mais importância para questões como inovação, design e diferenciação de seus produtos", afirma o presidente da FIESC, Glauco José Cortê.


Com reajuste da gasolina, inflação pode chegar a 10% em 2015

A alta do dólar chegou ao orçamento dasfamílias ao primeiro minuto de quarta-feira, 30, com o reajuste pela Petrobras do preço da gasolina e do óleo diesel nas refinarias. O repasse para o consumidor foi imediato. Logo pela manhã, os motoristas tiveram de pagar de R$ 0,17 a R$ 0,20 a mais pelo litro da gasolina. O aumento era o empurrão que faltava para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar acima de 10% este ano e voltar à casa dos dois dígitos pela primeira vez desde dezembro de 2002 (12,53%). "Com o aumento da gasolina, finalmente podemos dizer que o repasse do dólar começou de fato a ser repassado para a inflação", afirmou o economista da PUC-RJ e membro do Conselho do IBGE, Luiz Roberto Cunha. Para ele, antes não era possível perceber claramente a contaminação da economia pelo câmbio mesmo em produtos com matéria-primaimportada, como nos segmentos de limpeza e higiene. Luiz Roberto trabalha, agora, com estimativa de inflação na casa dos 10% até o fim do ano, muito acima do teto da meta fixada do governo para o IPCA, de 6,5%. Em relatório distribuído aos clientes, o banco Credit Suisse já revisou para cima suas projeções, de 9,5% para 10%. O economista lembra que o diesel é usado em toda a cadeia produtiva, como no transporte rodoviário de cargas, que afeta a inflação de alimentos. Pelas contas da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o aumento no diesel de 4% vai deixar o transporte rodoviário de cargas de 0,46% a 1,41% mais caro. O impacto deve ser maior no frete de longa distância, de 2.400 km, que deve registrar alta de 1,38%. Já o economista da FGV André Braz diz que a retração da economia pode adiar um pouco o impacto do reajuste na gasolina sobre a cadeia produtiva. "Com a redução na demanda, o efeito vai se espalhar pelo tempo. Mas, em algum momento, isso se transforma em repasse", admitiu. Em sua opinião, há chances de o IPCA fechar o ano acima de 10%, mas não é certo que isso aconteça por causa da recessão. O aumento sazonal de preços do etanol no quarto trimestre do ano tende a ser mais intenso em 2015, segundo o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e sócio da consultoria Canaplan, Luiz Carlos Corrêa Carvalho. O etanol é o concorrente direto da gasolina nos postos de combustíveis, e qualquer mudança de preço na gasolina provoca impacto na cotação do biocombustível. Nas refinarias, o litro da gasolina ficou R$ 0,09 mais caro desde ontem, segundo estimativa do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom).


Aneel propõe reduzir em 18% bandeira vermelha da conta de luz

Ideia é que novo patamar, ainda em análise, passe a valer em setembro. Decisão final será tomada em reunião marcada para 28 de agosto. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta quinta-feira (13), em reunião extraordinária, a abertura de uma audiência pública sobre proposta que altera a cobrança da bandeira vermelha, hoje em R$ 5,50 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, para R$ 4,50, uma redução de 18%. No caso da tarifa paga pelos consumidores residenciais, a Aneel calcula que redução média na conta de luz deverá ser de 2%. Pelos próximos dez dias, a agência receberá contribuições sobre o tema. Uma nova reunião está marcada para 28 de agosto, quando será tomada a decisão final. A intenção é que o novo valor para a bandeira vermelha passe a valer a partir de 1º de setembro.


Confiança industrial fica em 45,9 pontos em junho, aponta Fiesp/Sensor

A confiança dos empresários industriais paulistas ficou em 45,9 pontos na pesquisa Sensor de junho, ante 43,8 pontos da sondagem de maio, na série sem ajuste. Já na mediação ajustada, a confiança ficou em 46,7 pontos, ante 44,3 pontos de maio. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 1, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O indicador busca obter informações da atividade da indústria de transformação durante o mês corrente da coleta de dados. De acordo com a Fiesp, dos cinco itens que compõem o Sensor, três subiram, um caiu e um ficou estável na série com ajuste. O item que registrou a maior alta foi Vendas, que subiu de 39,9 pontos em maio para 50,9 pontos em junho. O item Mercado saiu de 41,9 para 47,2; Emprego passou de 43,0 para 48,0. Já Estoque caiu de 45,5 para 41,8. E Investimento ficou estável, segundo a interpretação da Fiesp, passando de 46,4 para 47,3.


Como retomar o crescimento econômico?

Que a economia brasileira se encontra em desaceleração já a algum tempo, é mais do que certo até para aqueles mais desconexos com o noticiário econômico. Quando destrinchamos os dados econômicos do Brasil, podemos perceber que foi a partir do segundo trimestre de 2010 que a desaceleração da taxa de crescimento do PIB brasileiro se acentuou. Vejamos alguns detalhes. Mais atentamente, olhando os dados do primeiro decênio dos anos 2000 e até mais recentemente, o consumo das famílias foi importante para manter a dinâmica endógena do crescimento nestes anos, embora tenha sido precedida por um importante crescimento nas taxas de investimento (FBCF) no período, que possibilitaram o desenvolvimento de maneira endógena. Já o setor externo, por sua vez, teve um papel importante na redução da taxa de crescimento, mas dado seu peso para a demanda agregada, não explica sozinho a desaceleração. Sendo assim, podemos dizer que a variável chave para o entendimento da desaceleração repousa sobre a indústria brasileira, que durante o período perdeu participação relativa no PIB e cresceu a taxas cada vez menores, enquanto serviços e o agribusiness foram melhores. Ao buscarmos respostas teóricas para a retomada, ambas as linhas de pensamento econômico, ortodoxo e heterodoxo, se aproximam no diagnóstico de que para superar a fase do baixo crescimento, é preciso restaurar a competitividade brasileira e aumentar o nível de investimentos. Contudo, acredito que não se trata de adotar um ou outro modelo, trata-se de rebalancear a economia, formar-se um novo arranjo que dê bases sólidas para uma nova fase de crescimento endógeno da economia. Não obstante, limitando-me a este breve ensaio, sem uma análise histórica mais longa e detalhada, sem testes empíricos para a comparação com outras economias não é possível determinar qual das soluções apontadas é a mais viável, tanto pela ortodoxia como pela heterodoxia, e faz se impossível dizer quais dos arranjos ou modelos propostos é o mais capaz de restaurar o ciclo de crescimento de maneira robusta no Brasil. Apesar disso, nota-se que o entendimento da heterodoxia acerca do diagnóstico pelo qual passa o Brasil neste período é mais complexo e responde de maneira mais detalhada as questões propostas, ao meu ver. Por fim, entre as duas linhas de pensamento econômico há um arranjo básico e que converge entre ambas que pode ser exposta em três pontos: i) aumento dos investimentos em infraestrutura; ii) educação de qualidade, para melhor qualificação da mão de obra; iii) maiores incentivos a pesquisa e desenvolvimento, para inovação tecnológica. Porém, destacam-se dois pontos adicionais, frequentemente associados ao pensamento heterodoxo que seriam também capazes de promover a volta do crescimento e desenvolvimento econômico, sendo estes: iv) uma política industrial, que reverta o quadro de desindustrialização; v) e a criação de conjuntura econômica favorável que seja capaz de cooptar tanto o empresariado como o estado sob uma mesma estratégia, visando uma política de desenvolvimento econômico. Sendo assim, se o governo objetivasse uma retomada do ciclo de maneira mais vigorosa, veríamos políticas econômicas que convergissem para esses cinco pontos supracitados, o que não nos aparece no horizonte momentaneamente.


FIESC e ABRH-SC somam forças para capacitar trabalhadores

Primeiro workshop EducaRH reuniu nesta terça-feira, em Concórdia, profissionais da área de recursos humanos da região para debater o desenvolvimento profissional. A demanda por profissionais qualificados é crescente em um mercado cada vez mais competitivo e exigente. No entanto, a força de trabalho para atender essa necessidade anda na contramão, pois 45% dos trabalhores das indústrias de Santa Catarina ainda não concluíram a educação básica, segundo a Relação Anual d Informações Sociais (RAIS). Para minimizar esse desequilíbrio, a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), por meio do Movimento A Indústria pela Educação, em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos iniciou a série de workshops EducaRH. O primeiro encontro foi realizado na sede do SENAI de Concórdia na manhã desta terça-feira (7). Profissionais de recursos humanos das indústrias da rwgião receberam orientações e colaboraram com a construção do Plano de Desenvolvimento de Pessoas. O vice-presidente da FIESC para o Alto Uruguai, Álvaro Luis de Mendonça, afirma que o propósito é levar o trabalhador de volta à sala de aula para elevar sua escolaridade. "Precisamos mudar a produtividade e potencial de competitividade, para isso temos que ter profissionais mais capacitados", enfatiza Mendonça. A meta é estimular a elevação da escolaridade e educação profissional. O diretor-executivo do Movimento A Indústria pela Educação, Antônio José Carradore, afirma que a iniciativa da FIESC busca mobilizar os principais atores da educação junto com a sociedade, para melhores os indicadores da área. "Em Santa Catarina, 39% dos jovens com 19 anos que não concluíram o ensino médio. Entre os que estão concluindo, muitos não têm o aproveitamento adequado. Isso nos preocupa. Precisamos de educação de qualidade", destaca. Os avanços tecnológicos também exigem profissionais mais capacitados. Por isso é preciso discutir formas de diminuir a disparidade. Carradore lembra que nos últimos três anos a FIESC, por meio de suas entidades (SESI, SENAI e IEL) capacitou mais de 870 mil pessoas. Para ele, o debate é necessário para juntar forças. " Educação é coisa séria, deve ser tratada como prioridade. Só vamos conseguir resolver se todos entenderem e contribuírem", ressalta.


Vice Presidente do SETCOM participa de videoconferência com Ministro

Vice Presidente do SETCOM participa de videoconferência com Ministro O vice presidente do SETCOM, Tarcísio Vizzotto participou na tarde de domingo (01/03) de videoconferência com o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto. Hoje (02/03) uma comitiva do oeste estará em audiência com o Governador Raimundo Colombo, o Assessor Jurídico do sindicato, Ederson Vendrame está presente no encontro. Todos os esforços são para sensibilizar o governo federal em atender o pleito do setor de transporte rodoviário de cargas, e encerrar as manifestações que estão espalhadas por todo o país. Caminhoneiros de SC têm videoconferência com o ministro Conversa com ministro da Secretaria Geral da Presidência foi considerada um avanço pelos manifestantes Cerca de 50 representantes dos caminhoneiros e agricultores, que estão mobilizados nas rodovias catarinenses desde o dia 18 de fevereiro, tiveram uma videoconferência com o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, na tarde de domingo, dia 1º de março. A mobilização continua, mas os manifestantes conseguiram abrir um canal de negociação com o governo. O ministro deve abrir um espaço na agenda para receber pessoalmente representantes catarinenses na terça-feira. — Foi a primeira vez que houve um diálogo com as lideranças do movimento de Santa Catarina — disse a deputada Luciane Carminatti, que faz parte da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa. O deputado federal Pedro Uczai, o deputado estadual Dirceu Dresch e o presidente do PT em Santa Catarina, Cláudio Vignatti, também estavam presentes. A videoconferência ocorreu no bloco G da Universidade Comunitária Regional de Chapecó (Unochapecó), por causa do equipamento necessário para a reunião. Lideranças do Partido dos Trabalhadores em Santa Catarina, como o deputado federal Pedro Uczai, estavam tentando criar um canal de negociação para sensibilizar o Governo Federal sobre a situação catarinense. — Eles nos procuraram — disse o motorista Vilmar Bonora, sobre a articulação da videoconferência que ocorreu por volta das 15h do domingo. Bonora também afirmou que o aceno para um audiência na terça-feira representa um avanço. No entanto há alguns impasses como a reivindicação de baixar o preço do combustível. Rossetto falou que o governo manteve os preços baixos durante seis anos e que a equipe econômica não quer rever esse ponto. O ministro acenou com o parcelamento das dívidas em 12 meses e abertura de negociações para reavaliar questões como preço de frete, embora isso envolva o setor privado. A deputada Luciane Carminatti avaliou que existem três frentes. Uma é ver o que cabe ao Governo Federal, com a discussão dos valores dos fretes. Outra será tema de uma reunião às 14h de segunda-feira, com o governador Raimundo Colombo, para discutir a redução do ICMS sobre os combustíveis, que é de 12%. A terceira é debater a divisão dos lucros das empresas de frete com os transportadores e motoristas que são contratados e até subcontratados. No entanto, ela reconheceu que a discussão é difícil, pois há divergências sobre a pauta de reivindicações. — Alguns não abrem mão da redução dos combustíveis — disse a deputada, que ainda destacou que há mistura de interesses legítimos dos motoristas com algumas pessoas que têm motivação política. A paralisação A paralisação dos caminhoneiros começou no dia 18 de fevereiro e ganhou força no dia 20 do mesmo mês. O movimento é independente, liderado por caminhoneiros autônomos da região. Vilmar Bonora, um dos organizadores do protesto, afirma que eles estão dispostos a ficar até 30 dias parados, se for necessário.


Cônjuges de deputados terão direito a bilhete aéreo

Enquanto os transportadores lutam para baixarem pedágios e combustíveis, nossos políticos aumentam suas mordomias. Mesa Diretora da Câmara aprovou passagens extras nesta quarta-feira (25) As mulheres de deputados e maridos de deputadas também passaram ganhar passagens aéreas para acompanhar os parlamentares nas viagens a Brasília. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (25) pela Mesa Diretora da Câmara. Além dos bilhetes aéreos extras, foram reajustados benefícios como auxílio-moradia e despesas com telefone. A verba de gabinete de cada deputado subiu de R$ 78 mil para R$ 92 mil, um aumento que significa um gasto de R$ 110 milhões até o fim do ano. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a nova despesa vai ser compensada com cortes de gastos, como equipamentos e contratos de informática.


SETCOM e Dep. Maldaner em audiência no Ministério dos Transportes hoje

Ministro dos Transportes Antônio Carlos Rodrigues recebe parlamentar e representante do SETCOM O Assessor Jurídico do SETCOM Ederson Vendrame e o Deputado Federal Celso Maldaner estarão reunidos com o Ministro dos Transportes Antônio Carlos Rodrigues hoje 24/02 no Ministério dos Transportes em Brasília DF às 16h. A Pauta de Reivindicações destaca os seguintes pontos: - Um ano de carência nos financiamentos, sem cobrança de juros no período; - Redução do preço do óleo diesel; - Redução da carga tributária para as empresas de transporte; - Passe livre nas praças de pedágio para eixo suspenso; - Estradas com condições seguras de trafegabilidade; - Respeito aos motoristas; - Mecanismos para balizar o preço do frete; - Mecanismo de viabilidade para uso dos veículos equipados com EURO 5 e ARLA 32 sem custo; - Aposentadoria integral para motoristas com mais de 30 anos de contribuição; - Aprovação das alterações na LEI 12.619/12 votada na última semana. Para o presidente do SETCOM, Paulo Simioni, “estas reivindicações são a base para o setor voltar a operar com mínimo de dignidade e rentabilidade”. O SETCOM reintera que todos os movimentos de paralisações a nível nacional são de iniciativas populares e regionalizadas sem qualquer ligação com sindicatos, federações ou entidades de classe, e continua solidário às reivindicações acreditando que o governo compreenda o atual cenário econômico das empresas e atenda a pauta sugerida. SETCOM – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Oeste e Meio Oeste Catarinense


Cursos 2015

No decorrer do mês de Janeiro e Fevereiro, nossos colaboradores participaram de vários Cursos desenvolvidos pelo SESI de Concórdia, como: Disciplina, Organização e Planejamento. Significado do Trabalho: Visão Sistêmica e Motivação e Aprendendo a Conviver e Respeitar as Diferenças. Gostariamos de agradecer a Instituição pelo excelente serviço prestado e aos colaboradores pela participação!


ISO 9001:2008

A Pavan Indústria agradece a todos os seus colaboradores pela conquista que obtemos no dia 03/02/2015. Graças ao empenho e dedicação de vocês agora somos uma empresa Certificada na ISO 9001:2008.


Conta de luz e passagem de ônibus pesam e IPC-S sobe para 1,28%

Tarifa de eletricidade subiu 7,76%, e a de ônibus, 4,36%, segundo a FGV. Leite longa vida, gasolina e passagem aérea ficaram mais baratos. A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) voltou a acelerar na segunda semana de janeiro. Pressionado principalmente pelas altas na conta de luz e na tarifa de ônibus, o indicador passou de 0,96% na semana anterior para 1,28%. Segundo os dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), a tarifa de eletricidade residencial subiu 7,76% no período, enquanto a tarifa de ônibus urbano subiu 4,36%. Também pesaram as altas da batata inglesa, de 39,24%, de refeições em bares e restaurantes (0,88%) e de condomínio residencial (2,02%). Na outra ponta, contribuíram para conter a alta da inflação os recuos nos preços do leite longa vida (-2,28%), gasolina (-0,49%), passagem aérea (-3,04%), banana nanica (-6,26%) e geladeira e freezer (-1,32%). Grupos Entre os oito grupos de despesa pesquisados, seis tiveram aumento em suas taxas de variação na passagem da primeira para a segunda semana de janeiro. A maior contribuição veio de educação, leitura e recreação, cuja taxa passou de 0,79% para 1,93%. Também ficaram maiores as altas de alimentação (de 1,41% para 1,70%), habitação (de 1,21% para 1,54%), transportes (de 0,8% para 1,26%), despesas diversas (de 0,51% para 1,02%) e comunicação (de 0,41% para 0,43%). Em contrapartida, ficaram menores as taxas dos grupos vestuário (0,38% para 0,13%) e saúde e cuidados pessoais (0,46% para 0,40%).